domingo, 29 de novembro de 2009


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL



A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. Para alcançar esse objetivo basta sintetizar a idéia de que a natureza precisa de cuidados, como a não emissão de produtos tóxicos e gases nocivos das empresas e automóveis na atmosfera, cuidar de nossos rios, da flora e fauna. Não podemos ficar parados enquanto nosso planeta e destruido, a Terra é nosso lar e os animais são nossos irmãos. Precisamos cuidar de nosso casa para que as futuras gerações também tenham um lar. Não queremos viver em um planeta tomado pelos lixões, doenças, fome e pela morte. É preciso cuidar dele agora, se mobilizar para que possamos ter o amanhã.


Acesse o link para obter mais informações sobre desenvolvimento sustentável:
O consumismo leva ao desgaste da natureza, muito se fala sobre aquecimento global, efeito estufa, mudanças climáticas, enchentes, mas o que estamos fazendo para mudar essa realidada? A respota é simples, o uso conciente de nossos recursos naturais, essa é a idéia de Desenvolvimento Sustentável.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

domingo, 22 de novembro de 2009












Um novo olhar para a globalização

Apesar de ter suas origens no século XV com as grandes navegações, a globalização passa a ter uma maior relevância com o fim da Guerra Fria e a divisão do mundo em blocos econômicos. Vivemos na era do capitalismo, as ações socialistas perderam terreno cedendo o lugar a um mercado global, onde consumir é mais importante que o bem estar do próximo. O FMI e o Banco Mundial através de seus financiamentos passam a controlar os Estados ditando regras, privatizando a economia e derrubando as barreiras alfandegárias. Aumenta a preocupação com a perda da identidade cultural dos povos. O consumismo alastra-se cada vez mais entre os jovens e crianças. A cada dia novos produtos são lançados e logo se tornam obsoletos sendo substituídos por uma tecnologia mais avançada, e isso graças a Revolução Industrial, que elevou a produção em grande escala. A ação hegemônica ganha força pelos meios de comunicação, que emprega uma ideologia perversa a qual distorce a realidade, bombardeando informações que ao invés de conscientizar a população a deixa mobilizada, instaurando um conformismo fatalista.
Através dessa máquina ideológica o “mercado global” se diz capaz de homogeneizar o planeta, quando na realidade aprofunda as diferenças sócias. Ao mesmo tempo em que ocorre uma integração cultural, econômica, política e social, com o avanço dos meios de transporte e da telecomunicação, ocorre também o abandono das políticas sociais, o aumento do desemprego, a queda da qualidade de vida das famílias de classe média, o aumento da miséria e da fome, além de uma nova preocupação global, com o surgimento de novas enfermidades, como a SIDA e o aumento de pandemias como a gripe suína e aviária. A educação de qualidade é cada vez mais inacessível. Alastram-se e aprofundam-se males espirituais e morais, como egoísmo, o cinismo, a corrupção, gerando comportamentos competitivos que caracterizam as ações hegemônicas.
Somente com a conscientização, podemos mudar a história, reconstruir um novo mundo e para isso precisamos nos tornar sujeitos ativos. Com a politização das massas, a cultura popular tem utilizado da tecnologia para alertar à população com sua filosofia, e isso se deve a aglomerações urbana, comuns nas grandes metrópoles. Ou seja, a própria globalização produz armas contra suas práticas, às crises que acontece no sistema revelam sua fraqueza diante das constantes renovações de sua ideologia.

O povo consciente passa a exigir do poder político ações eficazes, que diminuia a violência e amplia o acesso gratuito e de qualidade a educação e saúde, atendendo as demandas populacionais e não as das grandes corporações. Para o geógrafo Milton Santos em seu livro “Por uma outra Globalização”, é a partir da visão sistêmica que se encontram, interpenetram e complementam as noções de mundo e de lugar, permitindo entender como cada lugar, mas também cada coisa, cada pessoa, cada relação dependem do mundo. Tais raciocínios autorizam uma visão crítica da história na qual vivemos o que inclui uma apreciação filosófica da nossa própria situação frente à comunidade, à nação, ao planeta, juntamente com uma nova apreciação de nosso próprio papel como pessoa. É desse modo que, até mesmo a partir da noção do que é ser consumidor, poderemos alcançar a idéia do homem integral e de cidadão.
Essa revalorização radical do indivíduo contribuirá para a renovação qualitativa da espécie humana, servindo de alicerce a uma nova civilização, que através de uma educação democrática, retira o homem de seu estado inerte e o faz interagir com o mundo de forma crítica e consciente.